Promoção de condimentos
terça-feira, 14 de julho de 2020
sexta-feira, 10 de julho de 2020
Feliz Ganhadora
Essa é a Larissa, feliz ganhadora do saleiro tupperware
Faça como a Larissa e seja a próxima ganhadora ou ganhador
quarta-feira, 8 de julho de 2020
segunda-feira, 6 de julho de 2020
Açafrão, mel e limão:
O antibiótico natural mais eficaz que
nem os médicos conseguem explicar
Hoje
existe um desejo real por parte das pessoas de querer voltar a métodos mais
naturais para cuidar de si mesmo. Basta observar a popularidade dos
“remédios para a avó”. Esse desejo decorre da conscientização das riquezas
da Mãe Natureza e de seus benefícios, que podem acompanhar um estilo de vida
saudável para fortalecer a imunidade e combater muitos dos males da vida
cotidiana. De fato, certos ingredientes têm virtudes consideráveis para sua saúde. Este é
particularmente o caso do mel, limão e açafrão.
O estilo de vida do homem
moderno está totalmente desconectado do de nossos ancestrais. Nosso
ambiente está cheio de toxinas e, infelizmente, se não formos cuidadosos o
suficiente, o conteúdo de nossos pratos também. Isso geralmente causa uma
queda na eficiência de nosso sistema imunológico e nos deixa vulneráveis a doenças.
Para esse fim, a combinação de
certos ingredientes pode ser útil, principalmente quando se trata de mel,
açafrão e limão.
Quais são os benefícios deles?
Mel
O mel é um ingrediente que não
está mais presente. É um alimento rico em vários nutrientes e vitaminas. Antioxidante notório,
auxilia o organismo na luta contra os radicais livres. Estes são resíduos
naturais produzidos pelo organismo e podem promover o envelhecimento
prematuro das nossas células. Além disso, o mel tem efeitos
anti-inflamatórios, antibacterianos e antivirais
significativos. Propriedades úteis para impulsionar o sistema imunológico
em caso de gripe, tosse ou
infecções respiratórias.
O limão
O limão é uma deliciosa fruta
cítrica rica em flavonoides. Como o mel, ajuda a combater o estresse
oxidativo causado pelos radicais livres. Além disso, o limão é uma fruta
rica em vitamina C que contribui para várias funções
imunológicas, como mostrado neste estudo científico. Segundo os pesquisadores,
isso reforçaria a eficácia da barreira epitelial contra vários
patógenos. A suplementação de vitamina C também seria útil na prevenção e
no alívio de infecções respiratórias e sistêmicas.
Açafrão
Açafrão é uma especiaria cujos
benefícios são conhecidos desde a antiguidade. Como este estudo mostra,
o açafrão possui formidáveis antioxidantes para combater os radicais livres, sem mencionar seus
efeitos antibacterianos e anti-inflamatórios. Como os cientistas explicam,
a curcumina, o ingrediente ativo do açafrão indiano, é
capaz de combater o Staphylococcus aureus, responsável por muitas infecções e
riscos à saúde.
Para aumentar sua
biodisponibilidade, é recomendável combiná-lo com uma pitada de pimenta do reino, o que otimizará seus benefícios.
Agora que analisamos os
benefícios desses três ingredientes, passemos a uma receita para um remédio que
o ajudará diariamente:
Preparação:
Esprema o suco do seu limão em
um recipiente. Dependendo das suas preferências, você pode adicionar ou
não raspas cítricas. Em seguida, adicione água morna, mel, açafrão e
pimenta preta. Misture vigorosamente para obter uma bebida
homogênea. Você pode mantê-lo em um recipiente hermético em local fresco.
Ingredientes:
– 1 colher de sopa de mel
– 1 colher de chá de açafrão
– 1 limão
– 1 litro de água morna
– 1 pitada de pimenta preta
É altamente recomendável usar
ingredientes orgânicos. Isso permite limitar a presença de pesticidas ou
resíduos em seus ingredientes.
Consumo:
Para usufruir plenamente dos
benefícios que este remédio lhe trará, é aconselhável consumi-lo por 2 semanas,
na proporção de um copo por dia, antes do café da manhã.
Contra indicação
– O mel não é recomendado para
crianças menores de um ano por causa dos riscos de botulismo infantil.
– O limão também não é
recomendado para pessoas que sofrem de queimaduras ou úlceras estomacais.
– Não é recomendável consumir
açafrão em caso de obstrução dos ductos biliares.
quarta-feira, 24 de junho de 2020
Movimentos pela economia local
Fontes das imagens:
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https://smartsupermercados.com/sustentabilidade/gente-que-compra-de-quem-faz
https://medium.com/@karinemonteiro/compre-de-quem-faz-c7c55f8fb885
https://www.radiodifusaosul.com.br/noticia/sicredi-lanca-campanha-eu-coopero-com-economia-local/
quinta-feira, 18 de junho de 2020
Pimenta: conheça os benefícios para saúde e tipos
As pimentas são benéficas para o organismo porque possuem atividades antimicrobiana, anti-inflamatória, anticancerígena, melhoram a digestão, diminuem os níveis de colesterol e, por ter efeito termogênico, ou seja, acelerar o metabolismo, ajudam a emagrecer. Mas nem todas as pimentas trazem esta lista de vantagens. Para colher tais benefícios é preciso que a pimenta seja do gênero Capsicum.
Esse grupo de pimentas já eram consumidas pelos índios brasileiros e em toda a América Latina antes mesmo da chegada dos europeus no Novo Mundo. Essas pimentas são os tipos mais interessantes para a saúde porque têm como princípio ativo os capsaicinoides.
As principais pimentas do gênero
Capsicum produzidas no Brasil são: jalapeño, pimenta de cheiro, pimenta de
bode, cumari-do-Pará, malagueta, dedo-de-moça, murupi, biquinho e cambuci ou
chapéu de frade. A quantidade de capsaicinoides de cada uma destas pimentas
varia de acordo com a ardência dos frutos, quanto mais picante, maior a
quantidade do princípio ativo.
Fonte
sexta-feira, 12 de junho de 2020
Pesquisa com comida Apimentada
Uma pesquisa realizada na China sugere que o consumo frequente de comida
apimentada - especialmente a temperada com pimenta malagueta fresca - pode
aumentar a longevidade.
Pesquisadores examinaram a dieta de
quase 500 mil pessoas na China durante sete anos e observaram que os que
consumiam comida picante uma ou duas vezes por semana tinham uma redução de 10%
no risco de morte na comparação com os que consumiam este tipo de refeição
menos de uma vez por semana.
O risco foi reduzido ainda mais, em
14%, entre aqueles que consumiam comida picante entre três e sete dias por
semana.
Os cientistas notaram que o principal
componente ativo da pimenta, a capsaicina, já tinha sido apontado como
antioxidante e anti-inflamatório.
Os pesquisadores, da Academia Chinesa
de Ciências Médicas, afirmaram que os dados são resultados apenas de observação
e que ainda são necessários mais estudos.
A pesquisa foi publicada na revista especializada BMJ.
Mortes
O estudo envolveu pessoas entre as
idades de 35 e 79 anos de dez regiões geográficas diferentes da China.
Estas pessoas foram acompanhadas
entre 2004 e 2008 relatando seu estado de saúde, consumo de bebidas alcoólicas,
consumo de comida picante, principal fonte de consumo de pimenta (fresca ou
seca, em molho ou em óleo) e também o consumo de carnes e verduras.
Cerca de sete anos depois, os
pesquisadores voltaram a acompanhar estas pessoas e registraram 20.224 mortes.
Os participantes com um histórico de doenças graves foram excluídos e fatores
como idade, estado civil, educação, atividade física, histórico familiar e
dieta em geral também foram levados em conta.
Os participantes do estudo foram
questionados sobre o tipo de comida picante que consumiam e qual era a
frequência. Pimenta malagueta, que está entre os ingredientes mais tradicionais
da China, foi o tempero que mais apareceu entre as respostas.
Mais análises mostraram que os que
consumiram a pimenta apresentavam uma tendência a menor risco de morte causada
por câncer, diabetes, doenças respiratórias e doenças cardíacas isquêmicas.
Uma análise mais profunda revelou que
a pimenta fresca tinha um efeito até mais forte na proteção contra estas
doenças.
Segundo o autor do estudo, Lu Qi, professor associado da Faculdade de
Saúde Pública da Universidade de Harvard, ainda são necessárias mais pesquisas
para comprovar o efeito protetor da pimenta.
Mas, para Qi, os números são valiosos
e sugerem que "aumentar o consumo moderadamente, para uma a duas ou três
vezes por semana (o consumo da pimenta) mostra um efeito protetor".
Para Nita Forouhi, da Universidade de
Cambridge, já havia sugestões de que a capsaicina da malagueta tinha efeitos benéficos
como antioxidante, anti-inflamatório e ainda para a flora intestinal e no
combate à obesidade.
"São necessárias mais pesquisas
para estabelecer se o consumo de comida picante tem o potencial para melhorar a
saúde e reduzir a mortalidade diretamente ou se é apenas um marcador de outros
fatores (ligados à) dieta e estilo de vida", afirmou.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/08/150805_comida_picante_longevidade_fn
quarta-feira, 10 de junho de 2020
terça-feira, 9 de junho de 2020
Nossos Produtos
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Pimentas em conservas e in naturas
Temperos: Mexicano, Baiano, com Pequi e Sal Grosso
Temos Embalagens Econômicas
Cocada Caseira
Doce de Leite Caseiro
segunda-feira, 1 de junho de 2020
quinta-feira, 28 de maio de 2020
Temperos Caseiros
Temperos de Casa
Baseados nas culinárias Mexicana, Baiana e em breve novos sabores
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